te escrevo agora catarses que pretendo expor ao mundo por meio de palavras que aprendi ao longo desses vinte e três anos. não precisa forçar a memória tentando recordar o que passou nesse período. o exercício de ler-me deve contemplar sua reflexividade aguçada para o presente-futuro dos teus próximos segundos.
primeiro, um gole de cachaça pra mim e uma dose de café pra ti. sério. se preferir o gole de cachaça, na moral fique a vontade. só não continue de boca seca fitando o olhar nessa escrita.
bom, a essa altura, dispensando apresentações, quero te dizer que gosto muito que venha aqui, reserve um pouquinho do seu tempo pra ler uma bicha não branca, não acadêmica e muito menos elitizada. sério mesmo... isso é de grande importancia. logo, sirva-se com mais um gole ou dose do que preferir e acredita que aprecio seu intusiasmo. eu costumava acreditar no meu... escrevi ao longo desses últimos cinco anos muita coisa relacionada ao amor. ao afeto e por últimos as ligeiras paixões que me fisgaram. troquei alguns nomes porque as vezes valia a pena. troquei de cidade e de vivência e aí comecei a escrever sobre isso. agora estática numa zona de conforto, escrevo o que reflito nesse sentido de coisas estáveis. a lua em sagitário me animou e recuperei um bocado das coisas que escaparam das minhas mãos tempos atrás. francamente, sei que esperava algo deliciosamente interessante. mas conforme fui tomando as doses de cachaça deixei a inspiração passar, deixei tudinho pra lá e agora peço que esqueça. volta depois, na moral.
as vezes poemas saem.