pro teu romantismo de beira de estrada, ainda ha tanta vida quanto atigamente, as versoes é que seguem diferentes; não acompanhou a velocidade dos likes, da tua cidade, do teu ideal de meninos... teu coraçao urbanizado vê no semaforo ilusao, travessias guias de tardes mornas. o meu tende a nao ir muito alem da copa de arvore, paira na calmaria dos dias, fiquei daqui vivendo enquanto você me olhava pela janela...
palpitou de 2011 ate ontem, palpita pouco hoje enquanto você lê essas cartas que escrevi amargamente bebada de saudade e puta da vida com a maconha... agora é ponta.