manhã molhada e preguiçosa, calor do teu peito e respiraçao... colchão no chão, garrafas de cantina roupas espalhadas... tragava meu paladar no teu pau, fome de putaria e barulho de chuva, num quarto de vila com vizinhos punheteiros, nao podia gemer alto, era sempre muito cedo ou sempre muito tarde... chuvapa do jeito que você gozava e molhava minha cara. manhã de chuva, de quatro arrepiava, lingua quente e ruidos, quem dera barulho de chuva deslocar os gemidos, os sentidos perdidos... foder contigo, meu velho amigo era sempre poesia, mesmo de baixa caregoria, numa praça da bandeira que ainda dormia...