taquei eles fora. joguei todo mundo no mato, besuntei na gasolina e ateei fogo.
era horário de verão, cansada da folia, o carnaval passou que a gente nem sentiu e seguiu... belo dia resolvi juntar o tempo, o dinheiro gasto na cerveja de milho, a passagem da missão e os 20 da maconha. decidida a não fazer de novo o que se repete e não apetece. meu telefone tocou três vezes hoje de manha, me senti no direito de não atender, não responder as mensagens, não tocar na tela. organizei meus cadernos, curativos, tudo um pouco que me parecia bagunçado e guardei. esperar não. vou la fora lutar, em silêncio, num manejo de vida pois a desgraça que me cercou não há de interessar a ninguém se nem mesmo a mim interessa...
um gole pra benzer, e a trocha pronta.
JA PRO FoGo!
em praça publica, nos bares antes frequentados, os colares de semente pendurados e de alma lavada, não ha ninguém nem nada, nem mar.
a mochila nas costas e 'tem carona pra la?'
- 'não tem carona, tem carinho' e meti o pé pra onde era possível ser.
era horário de verão, cansada da folia, o carnaval passou que a gente nem sentiu e seguiu... belo dia resolvi juntar o tempo, o dinheiro gasto na cerveja de milho, a passagem da missão e os 20 da maconha. decidida a não fazer de novo o que se repete e não apetece. meu telefone tocou três vezes hoje de manha, me senti no direito de não atender, não responder as mensagens, não tocar na tela. organizei meus cadernos, curativos, tudo um pouco que me parecia bagunçado e guardei. esperar não. vou la fora lutar, em silêncio, num manejo de vida pois a desgraça que me cercou não há de interessar a ninguém se nem mesmo a mim interessa...
um gole pra benzer, e a trocha pronta.
JA PRO FoGo!
em praça publica, nos bares antes frequentados, os colares de semente pendurados e de alma lavada, não ha ninguém nem nada, nem mar.
a mochila nas costas e 'tem carona pra la?'
- 'não tem carona, tem carinho' e meti o pé pra onde era possível ser.