domingo, 11 de outubro de 2015

dei como quem não dava há anos. dei na escada, na sala de estar, na área de serviço, na bancada do banheiro, na praça em vila isabel, na rua da praça da bandeira, no corredor do prédio, gozei na parede de minha amiga, no portão da síndica, na rua do colégio. sentei no pau do motorista, do encanador, do porteiro, do meu ex do amigo dele do professor no consolo dele na cara dele e ele me chupou como quem não chupava há muito tempo, comeu meu cu com a boca com a língua com o piru com o dedo com amor com violência com tesao com medo com vontade me deixou caída querendo mais subindo nele sentando de novo, mordendo ele comendo ele com a boca com a língua com o pau com o dedo com vontade com tesao. gozei nele, na cara dele, no meu peito, no lençol e no chão, dei pra todos os números da minha agenda, as afetadas, as travestis, as sapatao, meus primos, os namorados deles, os vizinhos casados, meus amigos, minha amiga, dei pro cara da boca pro cara da padaria pro cara do bar pro cara da oficina, no garage, dei durante a musica após a musica durante o fumo após o fumo na casa de nathan dei pra ele e pros amigos dele, dei pro danny depois pro nathan como se nada tivesse acontecido ia dando distribuindo com sono quase dormindo quase amanhecendo e eu gemendo pedindo mais, quase anoitecendo e eu chupando querendo logo dar querendo gozar sentar na cara sentar no piru arder o cu meter no cu chupar o cu gozar no cu e fora dele. fora de mim, foda? sim! queria mais o tempo inteiro, não era vicio era apenas usuaria, dei como quem não dava ha anos mas tinha acabado de dar e eles ate hoje lembram da máquina.